Brasileira Fez Mestrado Pela Suécia Sem Ter Terminado A

21 Mar 2019 04:43
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<h1>Brasileira Fez Mestrado Na Su&eacute;cia Sem Ter Terminado A Gradua&ccedil;&atilde;o</h1>

<p>Entre os pr&eacute;-requisitos de quase todos os programas de mestrado no exterior est&aacute; “gradua&ccedil;&atilde;o completa” ou, no m&iacute;nimo, alguns anos de experi&ecirc;ncia pela &aacute;rea. Quando embarcou pro seu tempo de estudos na Universidade de Ume&aring;, na Su&eacute;cia, Renata Queiroz Hansen n&atilde;o tinha nenhum dos 2. “Estava no quarto ano da faculdade e a ideia era fazer 6 meses de interc&acirc;mbio.</p>

<p>Como estava pr&oacute;ximo da conclus&atilde;o, entretanto, conseguimos fazer algumas mat&eacute;rias do em Marketing”, relembra ela, que estudava Administra&ccedil;&atilde;o na Universidade de S&atilde;o Paulo. Um golpe de sorte - e uma interessante dose de argumenta&ccedil;&atilde;o - lhe permitiu permanecer para concluir o programa de mestrado pela Su&eacute;cia antes mesmo de concluir a sua gradua&ccedil;&atilde;o. “Como fomos a primeira turma nesse mestrado, inmensur&aacute;veis dos meus colegas pediram pra fazer as mat&eacute;rias que faltavam a fim de concluir o programa”, explica ela. A rea&ccedil;&atilde;o inicial foi negativa.</p>

<p>Era inaceit&aacute;vel, segundo o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o sueco, permitir que estudantes undergraduate - quer dizer, sem gradua&ccedil;&atilde;o completa - obtivessem um diploma de Graduate Studies, que era o caso do programa de Mestrado em Marketing da Escola de Ume&aring;. A sa&iacute;da foi um “jeitinho”, possibilitado pela versatilidade do sistema de ensino n&oacute;rdico: “O Minist&eacute;rio abriu uma exce&ccedil;&atilde;o e permitiu que n&oacute;s termin&aacute;ssemos o mestrado, sendo assim volt&aacute;ssemos, termin&aacute;ssemos a gradua&ccedil;&atilde;o. Todavia s&oacute; quando acabei de terminar a gradua&ccedil;&atilde;o na USP meu diploma da Ume&aring; foi liberado”, relembra ela, que hoje mora pela Dinamarca e trabalha como Gerente de Marketing da multinacional Coloplast.</p>

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<ul>
<li> Realiza&ccedil;&atilde;o Estrat&eacute;gica</li>
<li> direto da fonte de Pernambuco</li>
<li>As express&otilde;es - e o tempo - a seu favor</li>
<li>dezenove Sele&ccedil;&atilde;o de Diretor Executivo da Funda&ccedil;&atilde;o Wikimedia 2016 Busca da Comunidade</li>
<li>&Aacute;reas em alta demanda no mercado</li>
<li>Conte&uacute;dos imorais ou ilegais</li>
<li>Em Ja&uacute; (SP), projeto tenta igualar sal&aacute;rio de vereador ao de professor</li>
</ul>

<p>Renata n&atilde;o passou pelo processo de candidatura normal ao mestrado, uma vez que tua candidatura foi feita a partir da USP, que possu&iacute;a conv&ecirc;nio com a institui&ccedil;&atilde;o de ensino de Ume&aring;. Com uma bolsa da Funda&ccedil;&atilde;o Estudar, ela financiou os primeiros seis meses do interc&acirc;mbio; ao acrescer a dura&ccedil;&atilde;o para um ano, conseguiu obter uma bolsa da Escola para arcar com tuas despesas no estado.</p>

<p>Pela Su&eacute;cia, boa parcela das universidades s&atilde;o p&uacute;blicas e gratuitas. O ritmo do mestrado surpreendeu https://knoji.com/search/?query=negocios , que estava acostumada a uma carga hor&aacute;ria intensa de aulas: “No Brasil, estava em sala de segunda a sexta, tr&ecirc;s ou quatro horas por semana. L&aacute;, tinha 3 ou 4 horas de aula por semana, e muito trabalho de resid&ecirc;ncia, tanto individual quanto em grupo”, observa. “Al&eacute;m disso, no Brasil recebemos as coisas pouco mais mastigadas, o professor fornece feedback a todo momento… L&aacute;, necessitava de muito mais disciplina”, completa. http://viverbemtecnicas40.iktogo.com/post/quando-investir-pela-carreira-internacional-realmente-compensa de Mestrado era ministrado totalmente em ingl&ecirc;s, e a experi&ecirc;ncia foi enriquecida pelo contato com uma turma muito diversa: mais da metade dos seus amigos eram internacionais.</p>

<p>Insegura quanto ao teu grau de habilidade no idioma, Renata ri ao se lembrar que levava um gravador pras aulas, caso perdesse alguma fonte: “No fim, nem precisei usar”. Em 2005, Renata ganhou enfim seus 2 diplomas: de gradua&ccedil;&atilde;o, pela FEA-USP, e de Mestrado, pela Ume&aring;. Os 2 diplomas lhe davam a expectativa de trabalhar em cada um dos dois pa&iacute;ses, e ela achou que seria envolvente regressar para a Su&eacute;cia - sem fantasiar que achar um emprego l&aacute; n&atilde;o seria desse jeito t&atilde;o descomplicado. clique e veja informa&ccedil;&otilde;es adicionais aqui todas as organiza&ccedil;&otilde;es que conversava, os entrevistadores se surpreendiam com a sua experi&ecirc;ncia.</p>

<p>“A minha impress&atilde;o &eacute; que eles n&atilde;o executam em t&atilde;o alto grau est&aacute;gio como no Brasil, desta forma n&atilde;o seria penoso ajeitar trabalho… Isso, claro, se eu falasse sueco”, lembra. A barreira da l&iacute;ngua, que n&atilde;o a afetou ao longo do tempo de estudos, foi um empecilho importante no decorrer da busca por servi&ccedil;o. “Tanto &eacute; que assim sendo que finalizei o curso de sueco eu consegui um emprego”, alega. Entre 2005 e 2010, Renata morou em Upsalla e Estocolmo, atuando em empresas de cosm&eacute;ticos. “Na data, mudei de servi&ccedil;o e estava em d&uacute;vida se voltava pro Brasil ou n&atilde;o. confira este site modo descobri meu marido, que &eacute; dinamarqu&ecirc;s”, lembra.</p>

<p>Ao se casar, em 2010, ela se mudou pra Copenhage, na Dinamarca - “uma capital mais cosmopolita, mais perto da Europa”, segundo ela. https://www.vocabulary.com/dictionary/negocios , em Marketing Internacional, a ajudou a conseguir uma localiza&ccedil;&atilde;o de ger&ecirc;ncia pela L’Oreal. “Empresas globais n&atilde;o podem fazer um plano de marketing e montar um portf&oacute;lio sem se adequar aos diferentes p&uacute;blicos”, argumenta ela.</p>

<p>Hoje, e tamb&eacute;m atuar como Gerente de Marketing, Renata tamb&eacute;m cuida do filho menor e participa do conselho da ONG “Mulheres Multiculturais” - que visa impulsionar e empoderar mulheres de origens &eacute;tnicas diferentes no mercado de trabalho dinamarqu&ecirc;s. “Ainda h&aacute; essa mentalidade de que o estrangeiro teria que fazer o http://theresewilkinson.soup.io/post/665914670/4-Desafios-Para-Estagi-rios-E-Como . Muita gente torcia a cara quando eu dizia que era Gerente de Marketing”, lembra. Quando entrou no teu primeiro emprego, ainda pela Su&eacute;cia, ela era a &uacute;nica estrangeira entre os mais de trezentos funcion&aacute;rios do escrit&oacute;rio. “Meu chefe me contratou pra meio que motivar um pouco”, explica. “Mas esse epis&oacute;dio est&aacute; mudando”, completa.</p>

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